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domingo, 28 de agosto de 2011

Felicidade: A busca constante...


Felicidade, a meta que todos ansiamos, é estranhamente inatingível. Exatamente quando parece que estamos próximos, damos conta, para nosso desânimo, que foi somente miragem. Está sempre lá, de alguma forma nos aguardando e acenando de uma terra-de-sonhos-não-muito-distante; entretanto, muito fugidia para nossas desajeitadas e tateantes mãos pegá-la.
Pessoas freqüentemente fazem a felicidade depender de certos fatores, usando a palavra "se" na explicação de seu significado. Esse "se" pode ser associado à aquisições materiais, férias, fazer algo especial e similares. Mas quantos já descobriram que, repetidamente, quando as condições da felicidade foram atingidas, a felicidade ainda não estava lá. Talvez momentaneamente, mas nunca por muito tempo.
Por exemplo, planejamos e esperamos comprar algum móvel, pois sentimos que decorar a casa nos deixaria muito felizes. Vamos de loja em loja, pesquisamos e comparamos, pensamos e repensamos e, finalmente, a decisão é tomada. O móvel chega e é um grande momento. No começo, toda hora que olhamos para ele nos sentimos felizes. Mas depois de pouco tempo, a novidade se esgota. O móvel ainda é bonito, mas se tornou parte de nosso dia-a-dia, bastante comum, como tudo que possuímos. A felicidade temporária que nos deu, logo se vai. Essa situação se repete infinitamente.
Fama e fortuna conotam felicidade para alguns até que as consideremos mais profundamente. O ditado, "dinheiro não compra felicidade", de fato, tem um lado de verdade. Alguns valores tais como saúde, amizade verdadeira e paz de espírito nunca podem ser comprados.
Não se pode negar que o alívio de preocupações financeiras torna a vida mais agradável, mas prosperidade em si não é fonte de felicidade permanente.
O Tanya (cap. 6) observa que uma criança deseja coisas insignificantes e de valor inferior, pois seu intelecto é imaturo demais e incapaz de apreciar algo mais precioso.
Adultos também se apressam e correm pela vida, absorvidos em inúmeras funções cotidianas e raramente tentam aguçar o intelecto para distinguir entre o que é importante e o que é supérfluo.
Mas, se a vida alguma vez apresentar quaisquer problemas reais, rapidamente se "amadurece". Aprende-se a enxergar os mais verdadeiros e importantes aspectos da vida. Se alguém que se ama adoece, o único pensamento de felicidade que se tem, é sua recuperação. Raramente apreciamos as bênçãos de boa saúde, até que a doença ataque. Freqüentemente nos queixamos do trabalho de educar crianças muito ativas, esquecendo de pensar na bênção de sermos pais.
Como é fácil hoje fazer compras e manter uma casa casher. Lembro-me de que quando era jovem, minha mãe tinha que fazer seu próprio macarrão, bolos e pães. Depois vieram os anos de guerra, com racionamento de comida para os mais afortunados e para muitos outros, inanição. Infelizmente não apreciamos todas as bênçãos que nos são concedidas diariamente.
Somos todos indivíduos, nossos anseios, necessidades e desejos diferem, exatamente como diferimos fisica e emocionalmente. Mas, apesar destas diferenças, a busca da felicidade é comum a todos. E felicidade é algo que pode ser encontrado por todos. A felicidade não é inatingível, para ser constantemente almejada. E certamente não é encontrada somente por meio de viagens ao exterior, hotéis caros ou casas luxuosas.
Felicidade é a capacidade de ser grato. Significa estar contente com o que se tem. Assim afirma o Pirkê Avot (Ética dos Pais): "Quem é rico? - Aquele que está contente com seu quinhão, como está escrito (Tehilim): 'Quando comes do trabalho de tuas mãos, serás feliz e tudo estará bem contigo.' Explicam nossos Sábios: 'Serás feliz - neste mundo; 'E tudo estará bem contigo' - no mundo por vir."

Somos todos indivíduos, nossos anseios, necessidades e desejos diferem, exatamente como diferimos fisica e emocionalmente. Mas, apesar destas diferenças, a busca da felicidade é comum a todos.




O Sabio e a vaquinha


domingo, 6 de março de 2011

O Que é Marketing Multinivel (MMN)?

MMN é um acrônimo para Marketing Multinível, que é também muito conhecido por Marketing de Rede ou Marketing de Relacionamento.
Como o nome sugere, múltiplos níveis de pessoas divulgam produtos para consumidores. Um representante de vendas (também chamado de distribuidor, membro, consultor ou semelhante dependendo da empresa) consegue consumidores e também patrocina e treina outros representantes a fazer o mesmo que ele. Isso acaba criando uma rede de relacionamentos, dai os nomes Marketing de Rede e Marketing de Relacionamento.
mmn-representante-conquista-clientes
Um sistema de marketing em múltiplos níveis é o que todas as empresas querem (tradicionais ou MMN). Se você já viu uma empresa tradicional anunciar algo como: “Indique um amigo e ganhe um desconto na próxima compra“, você já ouviu falar de Marketing Multinível. Todos os ramos de negócio usam essa técnica. Profissionais liberais (médicos, dentistas, contadores,…) conseguem a maioria dos seus clientes baseado em indicações pessoais. Todos esses negócios estão simplesmente tentando fazer com que seus clientes atuais divulguem e distribuam seus produtos e serviços para novos potenciais clientes.

A Empresa Tradicional

Numa empresa tradicional, um gerente de vendas e alguns representantes de vendas são contratados. A empresa então está limitada tanto ao número de pessoas que elas podem contratar de acordo com os recursos financeiros que a empresa dispõe para pagar salários, quanto a quantidade de pedidos que um gerente pode atender. Uma vez que um gerente esteja bastante atarefado, ela pode contratar um novo gerente, ou quem sabe promover um dos representantes. Se comparado ao MMN, esse talvez seja o modelo de marketing “multi-largura” uma vez que a empresa cresce horizontalmente, ao invés de verticalmente.
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A Empresa de MMN (Marketing Multinível)

Uma empresa de MMN começa recrutando uma pessoa, que consegue consumidores e patrocina novos representantes (até aqui é igual ao modelo tradicional). A diferença é que cada representante tem a opção de se tornar um gerente e patrocinar outros representantes. A empresa de Marketing de Rede não paga salários, ela paga comissões; portanto não existe limite para o número de representantes ou gerentes que a empresa pode recrutar. Isso é benéfico tanto para a empresa, devido à rápida expansão com menos risco, quanto para os representantes, pois suas rendas não estão limitadas ao quanto eles podem vender. Uma vez que recebem comissões extras por terem treinado outros representantes.
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De fato, Marketing de Rede, Marketing Multinível, ou simplesmente MMN é um dos cinco principais métodos usados pelas empresas para vender e distribuir produtos e/ou serviços para o consumidor.
Todas as empresas (MMN ou tradicionais) têm um ponto forte em comum: elas de um modo fornecem um produto ou serviço que melhora de algum modo a vida do consumidor. Uma vez que uma empresa tenha tal produto ou serviço, elas precisam torná-lo amplamente conhecido. Elas alcançam isso com a distribuição de tal item. Distribuir um produto envolve encontrar um consumidor e fazer com que esse produto chegue até as mãos desse consumidor. Existem então cinco maneiras de distribuir um produto ou serviço:

As Cinco Principais Maneiras de Distribuir um Produto ou Serviço

Varejo: a empresa aluga ou compra um ponto numa área geográfica propícia (em geral um lugar que passa um bom número de pessoas) e contrata vendedores para atender as necessidades dos clientes que vêm até a loja.
Mala-Direta: a empresa compra uma lista de endereços. Contrata um gerente de marketing para escrever um catálogo de produtos e serviços que será então enviado pelo correio para os potenciais clientes.
Tele-Marketing: a empresa compra uma lista de números de telefone. Contrata e treina representantes para ligar para os potenciais clientes e vender produtos e serviços pelo telefone.
Internet: a empresa cria um site na internet e o anuncia para conseguir visitantes. A comunicação com o cliente é feita em geral de modo escrito.
MMN: a empresa recruta um representante para vender produtos e dá o direito desse representante encontrar e treinar outros representantes para fazer o mesmo.
Cada um dos cinco métodos acima pode usar técnicas de um ou mais dos outros métodos. Em outras palavras, uma empresa de varejo não está limitada às pessoas que passam pela frente da loja. Ele pode anunciar no rádio, televisão, enviar mala-direta e acima direcionar mais clientes até a loja. Isso pode aumentar sensivelmente o número de clientes.
De modo similar, um representante de uma empresa de Marketing Multinível pode usar técnicas de todos os outros quatro métodos e também pode falar com amigos e familiares. Assim como o proprietário de um ponto de varejo (como uma loja ou restaurante) pode falar com seus amigos e familiares sobre o seu negócio.
Então, o que é Marketing Multinível? O principal ponto a ser entendido é que distribuir um produto significa torná-lo conhecido. O MMN e as outras quatro maneiras citadas são simplesmente métodos usados para tornar um produto conhecido.

MMN é Orgânico

De modo orgânico, a Marketing de Rede é um modelo fantástico. Por “orgânico”, eu quero dizer que se tirarmos todo o ruído e excitação em volta desse modelo e olharmos para ele de modo conceitual, veremos que é o modo mais puro para colocarmos um produto nas mãos do consumidor e que também é o modo mais puro para sermos compensados pelo trabalho.
Veja o por quê:
  1. No estado orgânico uma pessoa compartilha um produto de valor com outra pessoa (não por que ela irá lucrar, mas porque o produto é realmente bom). “Eu gosto disso, e acredito que você possa gostar também.” Isso é puro.
  2. Uma pessoa compartilha uma idéia de negócio com outra pessoa – essa é a base de todos os negócios ao longo da história. “Eu encontrei um negócio que eu gostei muito e talvez você queira trabalhar comigo.” Isso também é puro.
  3. A pessoa que mostrou o negócio para outra SOMENTE irá lucrar SE a pessoa para quem ela mostrou tiver sucesso no desenvolvimento do negócio – isso é uma atitude responsável e também é pura.
Esses três itens são os conceitos orgânicos do Marketing de Rede que, no meu ponto de vista, são absolutamente brilhantes.
Se você olhar para a essência do marketing tradicional, você verá uma pessoa escrevendo um anúncio e 98% das pessoas que o lêem não fazem nada (um excelente profissional de marketing pode conseguir 10% de resposta, a média é de 2%).
Olhe ao seu redor e veja tudo que é necessário para mover um produto até o consumidor no modo “tradicional”, e você verá muitas ações e recursos desperdiçados. Você pode imaginar o quão mais limpa e pura seria uma cidade sem anúncios? Pense no número de árvores que são consumidas em nome da publicidade, e de todo esse material que é tratado como lixo depois de um tempo.
Talvez uma boa maneira de descrever o Marketing Multinível seja demonstrando o quão similar a uma empresa tradicional o MMN é, e também o quão diferente. Veja esse diagrama e entenderá.
mmn-vs-tradicional
Por favor, entenda que não estou criticando o uso das árvores e a poluição visual, ou a publicidade de modo geral – só usei isso para que você percebesse a quantidade de ações e recursos que desperdiçadas para mover um produto até o consumidor, se comparado à simplicidade de uma pessoa se comunicando com outra. Nada mais.

Recomendamos que leia: Como Funciona o Marketing Multinível?
Recomendamos que leia: Como funciona o plano de compensão? 

Adaptado do original em inglês escrito por Tim Sales.
Traduzido e adaptado por Marcelo Braun.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A fábula do sábio e a vaquinha.

1

Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada. Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?
O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento”, disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.
O discípulo não acreditou.
Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
Vá lá e empurre a vaca no precipício.
Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.
Claro que sei. Você está olhando para ela, disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
“Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos. Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

PONTO DE REFLEXÃO:
TODOS NÓS TEMOS UMA VAQUINHA QUE NOS DÁ ALGUMA COISA BÁSICA PARA SOBREVIVÊNCIA E UMA CONVIVÊNCIA COM A ROTINA. DESCUBRA QUAL É A SUA.
APROVEITE ESSA OPORTUNIDADE PARA EMPURRAR SUA VAQUINHA MORRO ABAIXO E CONSTRUIR ALGO DE NOVO.
(Autor desconhecido)

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A Parábola do Semeador e o Marketing Multinivel

 
por Eliseu Porto*

Quem trabalha com Marketing de Rede faz apenas duas coisas: vende os produtos de alguma empresa e convida outras pessoas a fazerem parte do negócio. Resumindo, isso é um negócio de duplicação de vendas a varejo por um canal de distribuição direta.
E a grande promessa do Marketing de Rede é: “faça o que for necessário para conduzir seu negócio com sucesso e ficará rico além de suas expectativas mais otimistas, com todo o tempo disponível do mundo para gastar seu dinheiro”. Nenhum outro tipo de negócio lícito tem um potencial tão grande como esse.
Porém, muitos distribuidores de Marketing de Rede não ficam tempo suficiente no negócio para saber se seriam bem-sucedidos ou não. Esse artigo é para aqueles que acreditam no negócio e na empresa na qual trabalham e estão dispostos a colecionar uma enorme cota de “nãos”.
A parábola que vou contar não é da minha autoria, peguei emprestada do meu melhor amigo, Jesus Cristo. Ele a usou como comparação do reino de Deus, mas se aplica perfeitamente ao nosso caso.
“Eis que o semeador saiu a semear. E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves e comeram-na.
Outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra profunda; mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz.
E outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram, e sufocaram-na.
E outra caiu em boa terra, e deu fruto; um a cem, outro a sessenta e outro a trinta”.
Nós somos os semeadores, a semente é a empresa na qual trabalhamos, e a terra são as pessoas com as quais compartilhamos a oportunidade.
A semente que caiu ao pé do caminho é aquele que convidamos para uma reunião da empresa, ele comparece, gosta do que vê, mas não se decide no momento. No dia seguinte, você liga para saber da decisão e ouve: “Sá que qué, a prima da manicure da minha cunhada disse que esse negócio é uma fria; ela sabe de gente que perdeu muito dinheiro com isso. Mas, de qualquer forma, brigado pelo convite”.
A semente que caiu em pedregais é aquele que assiste à apresentação e fica super entusiasmado: “Cara, vou ficar rico com esse negócio! Venho procurando algo assim há tempos”. Encomenda um pouco de produtos, oferece para alguns parentes e amigos, e eles não compram. Daí ele pensa: “bem, talvez eu não precise vender, vou botar meus amigos no negócio, eles vendem e eu ganho as comissões”. Os amigos ouvem a proposta e perguntam: “É mesmo? Isso dá dinheiro? E quanto você já ganhou”? Um mês depois está fora do negócio.
A semente que caiu entre os espinhos é aquele assina o cadastro, encomenda os produtos, mas nunca sai para trabalhar nem comparece aos treinamentos. Acorda às 10h, olha pela janela e pensa: “Não sei não, mas acho que vai cair um toró. Melhor ficar em casa e organizar meu estoque”. A empresa oferece um treinamento incrível, com os melhores, no domingo. Você liga para ele e ouve: “Quê? Cê ta louco?! No dia do jogo do meu Coringão? Tô fora”!
A semente que caiu em boa terra são aqueles que falam com pessoas sobre os produtos e a oportunidade todos os dias; vendem todos os dias; comparecem a todos os treinamentos importantes e ligam para você toda semana perguntando o que fazer para melhorar os resultados.
Uns apenas constroem uma base sólida de clientes, pois já são apaixonados pela carreira que têm, mas querem uma renda extra.
Outros fazem isso, e também ensinam alguns amigos fazer o mesmo, e estão felizes, embora sem muitas pretensões.
Outros se tornam empresários bem-sucedidos, proporcionando a você o que está escrito no segundo parágrafo.
A pergunta que você precisa responder é: DURANTE QUANTOS ANOS VOCÊ ESTÁ DISPOSTO A SEMEAR?

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Links de parceria: energia pura, bhip global, bhip tv, loja virutal bhip

 *Eliseu Egidio Porto é Líder de Marketing Multinível.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

4 Passos fundamentais para o sucesso de seu Negócio Multinivel

Poder desenvolver e obter importantes ganhos através de um negócio multinivel, é um “sonho” que se tornou realidade para poucos, comparado com a quantidade de pessoas que estão envolvidos no Marketing Multinivel. Por isso é importante assimilar que precisará trabalhar duro, ter objetivos claros e ser persistente para alcançar o sucesso.
Não me cabe dúvida que os seguintes 4 passos são pilares fundamentais para começar a fazer esse sonho realidade:
1) Se educar:
É o primeiro passo que deveria realizar antes de empreender qualquer negócio. Se quer trabalhar duro, mas inteligentemente, primeiro deve ter o conhecimento. A Internet contém recursos sem fim para qualquer tema, e é o melhor lugar para começar a estudar.
Pode começar por ler informativos, e-books ou livros, fazer cursos e participar de quantos seminários como for possível. Também é válido investigar o que é o que está funcionando para outras pessoas de sucesso.
Conhece alguém que tenha alcançado seus objetivos de negócio e se converteu em um profissional bem-sucedido, que NÃO se educou, adquirindo os conhecimentos e habilidades necessários para alcançar seus sonhos?
Então, por que pensa que você será a exceção? Sigamos cultivando e adquirindo todo o conhecimento e habilidades possíveis, para que cada dia estejamos mais perto de alcançar nossos sonhos. Não esqueça que sua educação é a chave principal para abrir as portas para o sucesso.
2) Metas:
Anotando algumas metas terá algo no que trabalhar e um objetivo que alcançar, essa é a chave que colocará em marcha seu motor. É importante começar sempre com metas pequenas e realistas para assim evitar qualquer decepção.
Isto significa que pode começar fixando uma meta de 50, 100, 250 ou 500 dólares de ganhos em 30 dias, dependendo de sua situação e negócio que desenvolve. Uma meta de 3.000 ou 5.000 dólares embora seja possível nos primeiros 30 dias, não é realista se logo está começando e não tem as habilidades e recursos para obtê-lo.
Quantas vezes deve ter escutado que tudo começa com um sonho, um objetivo, uma meta?
Todos os grandes filósofos de negócio, mentores, líderes, pessoas que admiramos ou queremos alcançar o que eles conseguiram, dizem-nos: “Escreva Suas Metas”. Então, por que demoramos tanto em definir e plasmar em um simples papel nossas metas? Não é curioso?
3) O plano:
Indubitavelmente, cada história de sucesso começou com um plano, um mapa, o caminho que o levou para o alcance de suas metas.
É necessário planejar passo a passo como alcançaremos cada um de nossos objetivos e metas, se não o fizer, certamente te desviará facilmente do caminho para a meta que realmente te faz proposto.
Seu plano deve consistir nos passos que realizará para alcançar suas metas. Planeje cada dia, semana, mês e ano, com objetivos claros e medíveis. Aconteça o que acontecer, digam o que lhe digam, você segue adiante!
4) Execução:
Finalmente é hora de colocar o plano em execução. Lembre: “O que pensa, o que sabe ou o que crie, a final de contas não tem grandes conseqüências. Quão único que conta é o que faz”.
Verifique seu plano a cada 90 dias e comprove que as ações que esteja realizando te levam só pelo caminho que escolheste, realize as melhorias que achar conveniente e o que não te aproximar para o alcance de suas metas, simplesmente apague-o.
O mais importante é ficar em ação o quanto antes sem importar que tão pequeno seja cada passo. É melhor fazer algo imperfeitamente que fazer nada sem defeito.
Lembre que somente com persistência, trabalho duro, esmero e determinação poderá alcançar o sucesso em tudo o que te proponha, mais ainda no Marketing Multinivel.
Autor: Javier A. Alvarez

Todo mundo é um vendedor


As vendas é o trabalho que você faz a cada dia. Quando trabalho no marketing multinivel, ao olhar para patrocinar membros da equipe, freqüentemente as pessoas me dizem, “eu não me daria bem nisto. Não sou uma pessoa de vendas. “O fato do assunto é que cada um de nós é uma pessoa de vendas. Você se vende a você e a aqueles em seu mundo para o que você quer ou necessita todo o dia, dia após dia.
Primeiro de tudo, você se vende na capacidade de obter as tarefas que você tenta completar nesse dia, ao dia seguinte… ano após ano. Você possivelmente não pode ter sucesso a não ser que você saiba, em seu coração, que você executará qualquer tarefa.
Quando você encontra alguém que gosta, você faz tudo o que pensa para conseguir que a outra pessoa também goste, verdade? Além disso, você vende suas boas qualidades como um amigo, talvez sua lealdade, sua seriedade, seu bom humor, etc. Basicamente, você lhe diz à nova pessoa, “Aqui estou. Estas são minhas vantagens para ti. “
Hum!. Soa-me bastante a uma estratégia de vendas – mas muito mais sutil.
Quando você quer que alguém lhe ame, você tem que lhe vender o porquê você é o melhor amante que eles jamais encontrarão em qualquer parte! Você quer que eles saibam que você se preocupava, que você se respeita e se honra, e a eles também.
Quando você vai para uma entrevista de trabalho, você vende suas habilidades, talentos, lealdade e independentemente do que a empresa potencial quer em seus empregados.
A lista de locais onde o lado da pessoa de vendas de você dá um passo adiante pode parecer óbvia uma vez que você para e pensa nisso. Entretanto, aquela parte de você não tem nenhum limite no funcionamento para lhe fazer bem e feliz em uma base diária.
Pense neste caso da arte do super vendedor. Digamos que você gostaria de possuir um novo robô de cozinha que promete encurtar as horas de preparação de alimentos feita à mão. Você diz a seu companheiro ou seu melhor amigo todos os detalhes da inclusão da máquina e onde comprá-lo ao melhor preço. Você somente não fala disso uma vez. Você fala disso cada poucas horas – ou, ao menos, a cada dia. Cada vez você conta ao comprador em potencial não só quanto sua vida será melhor, também que grande esta aplicação resultasse para ele ou ela, também porque você passasse menos tempo na cozinha, você terá mais tempo para ficarem juntos.
A próxima vez que você sentir as palavras sair de sua boca, “não sou uma pessoa de vendas,” pare e considere se a oportunidade pode ser um presente mais para o bem do que para uma carga.